sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Entrevista

Fiz uma entrevista de emprego na sexta-feira e desde então não durmo direito. A vaga é em uma empresa legal, perto da escola das crianças, parece bacana, massssss... o trabalho é das 7h30 até às 17h30. Ou seja, terceirização total dos meus filhos. Esquema escola-semi-integral-mais-casa-das-avós. Ou seja, meu tempo com minhas crianças passaria a ser de umas 2 ou 3 horas por dia.

Mas eu mandei o currículo, né? Se eu mandei é porque eu quis, porque me interessei por ter um trabalho. Mas até agora não decidi se quero que dê certo ou não. Ai, vida, por que tão complexa?

Tudo que tiver que ser, será. 
(Meneghel, Xuxa)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Maria Luísa, 1 ano e meio

Maria Luísa fez 1 ano e meio!! Uhu!! Está mais do que na hora de falar um pouco sobre essa fase dessa mini pessoinha tão fofa. Vamos?

- Começou a ir à escola! Chorou todos os dias na primeira semana, de adaptação, na hora que eu a entregava para a professora, na porta da sala. Mas daí em 5 minutos parava e não chorava mais. Na segunda semana chorou nos primeiros dias e foi parando, já mais acostumada com a nova rotina e com as professoras e auxiliares da classe (que são várias, muitas mesmo). 
- Por conta disso, começou a dormir mal à noite. Acorda TODOS os dias às 4 da manhã, chora, pede pra mamar, dorme de novo, acorda às 6, me chama, pede pra mamar e não dorme mais de novo. Daí na volta da escola, ao meio-dia, está com sono, bem chororô. 
- Por outro lado, demonstra que gosta da escola. Volta cantando no carro, adora vestir o uniforme de manhã. Outro dia viu a camisetinha da escola no varal, puxou e quis vesttir molhada mesmo hahahha. Vejo que ela curte, mas tem esse estranhamento natural que temos ao começar uma coisa nova. 
- Está mais engraçada do que nunca. Faz careta pra fotos, canta músicas inventadas, abraça o Pedro do nada, veste nossos sapatos, abre as gavetas até achar a touca de natação do irmão... uma palhacinha!
- E mais brava do que nunca também. Se é contrariada, morde. O coitado do Pedro já levou umas mordidas dela e até chorou. Então todos os dias eu tenho que repreender, explicar, ensinar a não morder. Mas ela é bravinha mesmo, joga coisa no chão, faz um chorinho bravo. 
- Mama no peito ainda. Assim, eu vejo que a amamentação está perto do fim, mas quando ele será, não sei. Ela só dorme no peito, e não chupa chupeta. Então eu nem sei como fazê-la dormir sem mamar. Essa é a verdade. 
- As mamadas da madrugada tinham acabado na última semana de 2016. Foi um drama, uns três dias de choro, mas era o fim. Daí veio a praia, no começo de janeiro, e ela estranhou o bercinho, o lugar, e acordou de madrugada. Para não acordar o resto da casa, o que eu fiz? Amamentei. Daí veio a escola! E agora já faz umas duas semanas que parei de novo. Como está calor, ofereço água e ela sempre aceita e resolve o problema. 
- Come bem, aleluia!!!! Depois de meses comendo igual a um passarinho, Luisinha agora come bem! Gosta de frutas (banana, mamão, melão, uva, manga, pera, maçã), pão, comida, uma belezinha. E come sozinha. Pega a colher e come super bem sem nossa ajuda.  
- Continua sendo a bebê mais linda que o universo já viu. Cabelos loirinhos de cachinhos, olhos azuis, sorriso sempre no rosto com os dentinhos da frente separadinhos.
- E simpática. Fala oi pra todo mundo, sorri, dá tchauzinho. 
- Está pesando 9,600 kg, segundo a balança da farmácia do Walmart.
- Gosta de beijo, abraço apertado, grudar na nossa perna, parece uma gatinha.
- Ama o papai. Chama 'pa-pa-iiiii' só para sorrir para ele, é um grude.
- Sobre grude, não posso sair de perto que ela acha que vou embora pra sempre. Ansiedade da separação extreme.
- Avisa quando faz cocô. Já tem uns meses isso. Faz cocô e vem me falar: cocô, cocô! 
- Adora tirar as coisas do lugar na casa e levar para outro cômodo. Tipo um hobby, sabe? 
- Gosta de brincar de panelinhas. Juro. Deixo todos os brinquedos juntos e são eles que decidem com o que vão brincar. Luísa não hesita em pegar seus pratinhos, garfinhos, copinhos, panelinhas. Eu nunca ensinei a brincar disso, nunca incentivei. Ela gosta, canta 'papááá, papááá' e brinca. Eu sou feminista E dona de casa ao mesmo tempo, então pra mim está ok, sendo escolha dela, eu fico feliz. Se ela resolver brincar com os dinossauros, legal, se quiser continuar com as panelas, legal também. Aqui reina a liberdade.
- Se apaixonou pelo livro da Peppa de Natal. O Pedro já amava esse livro, lembro bem. Ela anda com ele pela casa falando "houuu houuuu', e algo parecido com 'feliz Natal'. Já li tanto essa história que sei de cor. 
- É muito independente. Põe sapato sozinha, tenta tirar a roupa para tomar banho sozinha, se penteia, enfim, tenta fazer tudo sozinha e está indo muito bem nisso.
- Tem muito dente. São 16 já. 
- Começou a se interessar por desenhos na TV. Gosta da Peppa, mas não fica mais que uns minutinhos vendo. Gosta da Galinha Pintadinha também, mas não vê quase nunca porque eu não sou de emprestar meu celular pra criança (hauhuahuahua - risada de bruxa).
- Fala! Se expressa bem, se faz entender. E o mais engraçado é que ela tem uma vozinha grave (por que será, né), e é uma fofura vê-la falando, chamando as pessoas... As palavrinhas dela:

mamãe, mã-mã-êêê  (eu, no caso)
papai 
Pê, Pêêêê (Pedro)

vovó
vovô
chuva
uva
não
mão
mão (irmão)
esse
cocô
titi (xixi)
oi
bem? (tudo bem?)
pau (tchau)
pão
tetê (mamadeira)

bebê
bi (subir)

É isso! Desejo que minha filha continue crescendo bem, feliz, aprendendo, descobrindo e se divertindo. Muito amor por essa menininha! 

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Sobre férias, sobre escola, sobre eles

Se tem uma fase mais gostosa do que essa que estamos passando, desconheço. As crianças estão no auge da fofura, cada um com suas gracinhas e descobertas, e nós quatro estamos em uma fase muito boa, tranquila, bem unidos. Eu e as crianças tivemos um tempo juntos bem agradável, temos um vínculo super bom. Claro que não é uma maravilha todo dia, né, tem dias que são mais difíceis, trabalhosos, mas no geral está sendo tudo legal ultimamente. 

Férias
Fomos para Ubatuba com a minha família no começo de janeiro e as crianças adoraram a praia. Desta vez Pedro não teve medo de nada, menino grande que é, e aproveitou muito! Luísa também gostou, adorou brincar de areia e nadar no mar. Foi uma semana bem gostosa, e com um monte de avós e tios, até eu relaxei. Deixei Pedro tomar 537 sorvetes e até uma bolacha recheada ele comeu (que não fui eu que dei, mas ok, eu estava bem relax e não briguei). 

De resto tivemos dias ótimos em casa. Levei os dois brincar no parque, fomos ao cinema, pintamos com tinta, brincamos de massinha, tomamos sorvete na pracinha, fomos ao shopping naquelas brincadeiras (gratuitas, óbvio) de personagens, enfim, tivemos atividades quase todos os dias. E nos dias de chuva (que foram vários) eles acordavam tarde (sério, parecia um milagre) e nós vimos filmes, lemos livros, brincamos de correr pela casa. Foi uma delícia, a gente se divertiu bastante e acabou passando muito rápido. 

Escola
As aulas dos dois começaram no dia 23 de janeiro. Pedro estava mais calmo e tem ido bem. Ele já tinha conhecido a professora e os amigos são os mesmos do ano passado. Teve uma mudança grande que foi o número de crianças: no Maternal II eram 8, agora são 18 [emoji com cara assustada], já que juntaram os dois maternais em uma sala só de Infantil I. Mas ele está empolgado, não reclamou de nada, me conta feliz como foi o dia.

Já a Luísa... eu sabia que seria traumático. Para ela e para mim. É meu bebê, né? E foi mesmo. Ela chorou todos os dias na semana passada. Era adaptação, então eu deixava às 8h e ficava na sala de espera até às 10h (sim, amiguinhos, mãe sofre), caso ela precisasse de mim. Mas apesar de chorar na entrada, na hora de sair do meu colo e ir com a professora (que era auxiliar na classe do Pedro no ano passado, olha que sorte!), ela se distraia rápido e logo parava. Essa semana ela ficou das 8h até o meio-dia, e também tem chorado na hora de entrar na classe.

Eu quero morrer, me sinto péssima, a pior mãe do mundo, uma bruxa por deixar minha mini menininha sozinha naquela escola gigante. Mas assim, sendo racional, eu sei que vai ser legal pra todo mundo, que ela vai se divertir, que é só meio período e que eu preciso desse meio período para mim. Pretendo fazer freelas e não tem como com ela em casa o tempo todo. Então eu sei que vai dar tudo certo, mas eu ainda assim sofro. 

Lembro que o Pedro teve uma crise de ansiedade de separação bem cedo, com uns 10 meses, acho, e depois entrou super bem na escola com 1 ano e 2 meses. Ela não teve. Ia super bem com as avós, nunca chorou quando eu saía. Mas desde o primeiro dia de aula ela não me deixa sair de perto. Chama 'mamãe' desesperada, quer colo, dorme maaaal. Quer mamar de madrugada, tem dormido na minha cama há uns dias, mas não quer ficar do lado, quer ficar em cima de mim. E eu deixo. Preciso que se sinta segura, que saiba que eu não vou embora, que eu estou aqui para ela. Tá aí uma diferença entre primeiro e segundo filho: o segundo encontra pais mais calmos, que já sabem como funciona o esquema uma criança. 

Bom, pretendo fazer um post em breve para falar individualmente deles. É isso! ;)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Matrícula

Hoje, Maria Luísa, te matriculamos na escola. Você começará no ano que vem, em janeiro, no mesmo dia que o Pedro volta às aulas.

E eu estou dividida entre a felicidade da liberdade, de ter um tempo para mim e poder eventualmente voltar a trabalhar, e a dor de deixar minha recém-nascida aos cuidados de outras pessoas, mesmo que por meio período. 

Vida, essa coisa tão complexa. Mãe, essa pessoa tão culpada. 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vida como ela é

Eu vivo exclusivamente para eles. Até quando eu não sei. Todas as horas do meu dia, da minha noite, da minha vida são deles. Morro de saudade da Juliana só minha, que podia almoçar tranquila, trabalhava, tinha dinheiro, tinha tempo para pensar. Não tenho mais tempo para pensar. Todos os momentos são completos com refeições, brincadeiras, escovação de dentes, banhos, sono, livrinhos, mais refeições. Sobra tempo é para arrumar a casa, catar sapatos jogados por aí. 

Mas hoje Pedro veio conversante da escola, contando causos. E eu fiz um almoço delícia para eles. E passamos um bom tempo falando da vida, da aula dele, de quando eu era criança, dos nossos bolos favoritos, nossas coisas favoritas. A Luísa junto, querendo falar, fazendo parte da conversa. E eu pensei que não teria nada disso se trabalhasse fora, se ficasse longe deles das 7 da manhã até as 6 da tarde. Quem teria o prazer de ter esses momentos, essas pequenas confissões? As avós? Ninguém? A professora, quem sabe? 

Eu já trabalhei depois de ter filhos, por 10 meses, pra ser exata. Foi tão bom e tão horrível. Eu me vestia, maquiava, tinha reuniões, salário, me sentia adulta, importante. E não me perdoava por estar longe do meu filho, que não tinha nem 2 anos. Ele passava o dia todo na escola, almoçava lá, tomava a mamadeira, tirava a sonequinha da tarde. Num colchãozinho no chão da classe, no chão de piso frio. Em dia de sol ou chuva. Meu coração partia todos os dias pensando nisso. 

Agora eu estou aqui, cozinhando para eles, sabendo que estão bem, confortáveis, perto de mim. Eu surto às vezes. Não aguento mais montar quebra-cabeça, não quero mais passar o dia de Havaianas, não quero estar à disposição para amamentar a qualquer momento. Fico brava, choro, começo a procurar emprego loucamente. 

Mas daí a conta não fecha, não dá para ter tudo. Não existe emprego de meio período, eu não sou empreendedora, não sei inventar meu próprio negócio. Não dá para estar lá e aqui. Eu respiro fundo e vou ficando por aqui. E não me sinto mal por isso. Não sei de deles, mas parece cedo demais para mim cortar esse nosso laço. Eu tenho inveja das mães maquiadas na porta da escola, mas tenho pena. O que eu estou vivendo neste momento é impagável, insubstituível e acontece só uma vez. É a infância dos meus filhos. 

No fundo do coração eu sei que uma hora o emprego virá e que vai ser bom para todo mundo. E enquanto ele não vem eu vou vendo essas coisinhas crescerem, vou morrendo de amor a cada dia, mesmo que uns dias sejam mais difíceis que os outros.

Pequeno coração

24 de novembro de 2016

Maria Luísa,

Há uma semana você passou por uma cirurgia no coração. Foi um cateterismo para fechar um canalzinho que deveria ter se fechado sozinho quando você nasceu. Você tinha uma cardiopatia congênita, chamada PCA (persistência do canal arterial). 

Descobrimos aos quatro meses, quando mudamos da pediatra não muito experiente (e fã de leite em pó) para o Dr. Osvaldo, que é super atencioso, a favor do aleitamento materno e não dá remédio para qualquer coisa. Foi ele quem ouviu o sopro no seu coraçãozinho e nos indicou a cardiopediatra, a Dra. Maria Helena. E foi a Maria Helena que achou que estava na hora de conhecermos o Dr. Pedra, um super especialista no assunto. Agendamos com ele em SP e ele nos pareceu muito confiante, o que nos passou muita confiança. Eu sempre encarei tudo isso de forma positiva, e não foi diferente no dia.   

Você foi forte, continuou feliz e sorridente no hospital. Ficou brava só com o jejum, porque queria mamar e não podia. Foi difícil te fazer tirar uma soneca sem peito, já estamos tão acostumadas ao mamazinho da manhã. A pior parte foi te deixar na sala de cirurgia. Você tão pequena, aquela roupinha de hospital, desacordada pelo gás. Papai e eu ficamos tão triste, tão tensos. 

Mas era necessário. E foi tudo tão rápido que a gente até se assustou. Depois de uma hora o Dr. Pedro nos chamou. A gente chegou ofegante, ansiosos. Dr. Pedra saiu da sala com um sorriso satisfeito, com cara de que deu tudo certo. E tinha dado mesmo. Fim, o canalzinho fechou com uma molinha em formato de rolha de champanhe. 

Comemoramos. Sem mais sopro nesse coração tão lindo. Você se recuperou bem, no dia seguinte já andava pelo hospital toda animada. Todo mundo comentava como você é linda e feliz. E a gente finalmente pode respirar aliviado.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

1 ano e (quase) 3 meses de Lulu

A Maria Luísa está tão fofa, mas tão fofa, que acho que merece um postzinho sobre ela, para ficar para a posteridade. No dia 13 de novembro ela completa 1 ano e 3 meses, uma criança moça já, como Pedro diz hahaha! O tempo está passando bem rapidinho, especialmente depois que ela fez 1 ano, mas eu tenho aproveitado cada fofura dela, acompanhado de perto o desenvolvimento e a interação com o irmão, enfim, mãe 24/7 tem que servir pra isso pelo menos, né.

- Está muito independente. Gosta de comer sozinha, ou com as mãos, ou usando garfo e colher. E está boa nisso! Hoje mandei para as famílias um videozinho dela comendo mamão de colher e fazendo caretinhas felizes. Quem aguenta?

- Está completamente apaixonada por um par de Crocs vermelhinho que era do Pedro e guardei justamente para ela (e está quase servindo). Pega na gaveta, coloca nos pezinhos (!) e sai pela casa feliz da vida. Também coloca nossos sapatos e sai passear.
- Sobe sozinha no sofá, deita nas almofadas e fica sorrindo de satisfação enquanto relaxa hahha. Um sarrinho!
- Ela sabe quando está fazendo gracinha, na verdade.
- Está cheia dos cachinhos dourados nos cabelos. Pensa numa criança linda. 
- Sabe para que os objetos funcionam: pega a escova de dentes e leva à boca, usa o pente no cabelo, aponta o controle remoto para a TV, pega lenço umedecido quando estamos trocando a fralda dela e tenta se limpar...
- Aliás, sempre descobre quando o Pedro está no banheiro e corre lá para ajudar. Pega um mini pedaço de papel higiênico e se a gente não segura ela quer limpar o irmão hahahah. 'Assistente de vaso', o apelido dela por aqui.
- Gosta de pegar coisas pesadas e andar com elas pela casa, tipo caixas de leite, mochilas, etc.
- É rainha de trocar objetos de lugar. Controle remoto em gaveta da cozinha, carrinhos de brinquedo no banheiro, sapatos na varanda. Eu passo o dia inteiro desfazendo as artes dela.
- Come tudo o que encontra pelo chão. Pecinhas pequenas de brinquedos, giz de cera, resto de comida, um perigo. Outro dia ficou meio tossindo, meio ensgasgada, não conseguia mamar direito, estava incomodada com a soneca da tarde, e no fim tossiu tanto que eu consegui ver um adesivo dentro da boca dela! Um homem aranha, colado na garganta da menina, por horas! Quase morri do coração. 
- Teve duas viroses recentemente, uma em setembro e outra em outubro. Vomitou, teve diarreia, ficou mal, tadinha. O Pedro também teve dessa última vez, e até eu e o Juliano pegamos. Acabou emagrecendo um pouco.
- Estava pesando 8,250 kg, na última consulta que fomos, no fim de outubro.  
- Dança para qualquer música. E gosta de girar em volta dela mesma até ficar tonta. 
- Brinca com brinquedos na sala, colocando coisas dentro de caixinhas, montando bloquinhos, essas coisas.
- Brinca de areia e adora ficar enchendo os baldinhos. E gosta de ir nos brinquedos dos parques como se fosse menina grande. 
- Fala! hahahha, tipo isso:
. mamã = mamãe
. papa = papai
. memé = Pedro
. esse = esse (apontando e exigindo as coisas que vê)
. tetê = mamadeira ou copinho
. xixi = ué
. bibibi = barulhinho que faz a chave eletrônica do prédio

Ah, e a cirurgia está marcada para dia 17 de novembro, em São Paulo. Eu estou super confiante que vai dar tudo certo e Maria Luísa estará livre de cardiologistas em breve!