A notícia já está meio velha - ficamos sabendo há umas duas semanas -, mas faço questão de contar aqui ainda nesse ano: Pedro vai ganhar um irmãozinho!!! Ou irmãzinha, ainda não se sabe. Em agosto de 2015 chega mais um bebê para deixar essa casa ainda mais maluca!
Bom ano novo para nós!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
O drama da escola - parte 1/467
Pedro ama a
escola. Vai sem problemas, dá tchauzinho para a gente no portão, vira as costas
e entra. Gosta das tias, fala o nome de alguns amigos, uma beleza. Tudo
tranquilo para a rematrícula no ano que vem, correto? É, meio correto. Eu
também gosto da escola. Todo mundo lá é gente boa, de bom coração e me passa
confiança. Tem cuidado com o meu filho
mesmo, sabe. Mas os pequenos ‘poréns’ que não me deixavam completamente feliz
com a escola viraram grandes problemas, ressaltados bem no dia que fizemos a
rematrícula. Explico: Pedro mudou de fase, agora é do maternal. O que significa
que a partir do ano que vem terá... apostila! Sim, um bebê de menos de 2 anos
vai estudar, ter lições e atividades em apostila.
Além disso, começam as
atividades extras, como futebol e balé. Para meninos e meninas,
respectivamente, como deixou claro a diretora. Que ano é hoje, Brasil? Em 2014
tem gente que ainda acha que atividades de meninos e meninas devem ser
diferentes. Como pode? E para completar o absurdo, ela ainda ressaltou que,
apesar de ter apostila, as crianças terão muito tempo para brincar
livremente... os meninos com ferramentas de plástico e as meninas com cozinhas
de brinquedo. Oi? Morri, né.
Ela, a diretora, é uma super fofa, simples e com
boas intenções, mas erra. Erra ao dividir as crianças por gênero no mundo de
hoje. Eu sei que damos bons exemplos em casa sobre igualdade de gêneros (papai
e mamãe trabalham fora, cozinham, lavam roupas, cuidam da cria), mas as
crianças passam muito tempo na escola e não dá para desconsiderar as
influências que recebem de lá. E a última coisa que eu quero é que meu filho
ache que homens e mulheres têm papeis diferentes na sociedade. Mais um ponto
negativo para a escolinha.
Por motivos
diversos – logística, possibilidade de horário semi-integral já que devo
trabalhar fora até maio do ano que vem, facilidade para as avós buscarem, etc –
Pedro continua na escola (de 1940) até junho próximo. Depois disso veremos. Dá
dó tirá-lo de lá, mas dá dó deixá-lo. Bom, veremos.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Ou isto ou aquilo
Das coisas
mais fofas:
- Sabe cantar ‘Nana Nenê’ sozinho, a letra toda. E canta a qualquer hora;
- Ganhou um DVD
com músicas boas para criança, chamado ‘Tu Toca o Quê?”, e assiste
repetidamente, curtindo cada musiquinha;
- Foi a um show
de música (boa também) para crianças no teatro do Sesc e adorou. Prestou
atenção, bateu palma e só fugiu da cadeira umas poucas vezes, para sentar na
escada;
- Tem um
vocabulário bem amplo já. Não tem problemas em se fazer entender. De tanto
confundirem a sua pronúncia de ‘bolacha’ com ‘bola’, resolveu chamar então de
‘bolaji’, para não ter erro;
- Repete todas
as palavras que falamos. Algumas ficam engraçadas (tipo ‘puta’ para ‘desculpa’,
‘mono’ para moto, ‘Nho’ para ‘Fabinho’ e ‘bolo cato’ para ‘banho de gato’) e
outras quaaase certinhas (como ‘diligi’ para ‘dirigir’).
Das coisas
mais difíceis:
Criança doente é a pior coisa do mundo. E ter que trabalhar e deixar a criança doente em algum lugar – a casa das avós, que seja – é a segunda pior. Pedro, menino forte que até 1 ano de idade não tinha ficado doente, teve que tomar antibiótico de novo, culpa de uma garganta inflamada. E lá se foram dias de febre, chorinhos, falta de apetite, uma tristeza só. Eu não ligo de acordar de madrugada (e acordamos, por três dias, às 4 da manhã para atender um bebê quentinho e choroso, que só conseguiu dormir de novo às 6, hora essa que começamos a nos arrumar para ir ao trabalho), ligo de ver meu filho passando mal.
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