Das coisas
mais fofas:
- Sabe cantar ‘Nana Nenê’ sozinho, a letra toda. E canta a qualquer hora;
- Ganhou um DVD
com músicas boas para criança, chamado ‘Tu Toca o Quê?”, e assiste
repetidamente, curtindo cada musiquinha;
- Foi a um show
de música (boa também) para crianças no teatro do Sesc e adorou. Prestou
atenção, bateu palma e só fugiu da cadeira umas poucas vezes, para sentar na
escada;
- Tem um
vocabulário bem amplo já. Não tem problemas em se fazer entender. De tanto
confundirem a sua pronúncia de ‘bolacha’ com ‘bola’, resolveu chamar então de
‘bolaji’, para não ter erro;
- Repete todas
as palavras que falamos. Algumas ficam engraçadas (tipo ‘puta’ para ‘desculpa’,
‘mono’ para moto, ‘Nho’ para ‘Fabinho’ e ‘bolo cato’ para ‘banho de gato’) e
outras quaaase certinhas (como ‘diligi’ para ‘dirigir’).
Das coisas
mais difíceis:
Criança doente é a pior coisa do mundo. E ter que trabalhar e deixar a criança doente em algum lugar – a casa das avós, que seja – é a segunda pior. Pedro, menino forte que até 1 ano de idade não tinha ficado doente, teve que tomar antibiótico de novo, culpa de uma garganta inflamada. E lá se foram dias de febre, chorinhos, falta de apetite, uma tristeza só. Eu não ligo de acordar de madrugada (e acordamos, por três dias, às 4 da manhã para atender um bebê quentinho e choroso, que só conseguiu dormir de novo às 6, hora essa que começamos a nos arrumar para ir ao trabalho), ligo de ver meu filho passando mal.
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