Depois de um ano e dois meses alimentando um pequeno viking, que comia tudo o que via pela frente em quantidades gigantes para uma criança, passei por dias tensos vendo Pedro se recusando a comer (exceto quando a comida em questão era bolo ou algo doce, porque ele também não é bobo). Tudo culpa de uma doencinha que veio lá dos Estados Unidos - tosse, nariz escorrendo - e piorou aqui, quando ele começou a ir à escola. Já tinham me falado: é batata, entrou na escola fica doente. E foi. Em três dias na escolinha já tínhamos uma virose para cuidar, com direito a vômito e diarreia, novidade na vidinha dele.
Aí foi uma semana virando a cara ou cuspindo café, almoço ou jantar. Ontem fomos à pediatra, numa consulta de encaixe (um parênteses: um dos maiores medos - bobos - meus era ser vista como a mãe neurótica que leva o filho no médico por qualquer espirro. Relutei, tentei resolver em casa, mas não deu. Fomos ao consultório e foi ótimo, e claro que ninguém me achou maluca, né, já que meu filho estava de fato doente). Remedinhos e inalação, que Pedro ama-só-que-não, e tchãrã, hoje mandou ver um café da manhã reforçado e um pratinho de comida no almoço, com bife, legumes e arroz. Sucesso!
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