Não tem mais volta: você virou uma criança. Daquelas que quase andam, que fazem gracinhas, que comem bolachinhas. Sobrou pouco do meu bebezinho pequeno, levinho, que só chorava. Apesar de ainda ser magro, você está bem pesadinho, Pedroca, e te carregar por muito tempo cansa! E seu pai e eu nos surpreendemos todos os dias com as coisas fofas e geniais que você faz. Parabéns pelo seu último aniversário de mês. No próximo não tem só um bolinho não, tem festona!
Pois bem, sobre você...
- QUAAAAASE anda! Há dois dias consegue andar segurando apenas em uma de nossas mãos. E vai embora, todo rapidinho e desengonçado. Falta pouco, mas apesar da pressão do pessoal ("já anda???/"não anda ainda???), entendo que você tem seu tempo e vai andar quando for sua hora;
- adora colocar os brinquedos dentro do baldinho de brinquedos;
- faz 'brumm, brummm, brummm' com a boca boa parte do dia;
- brinca de carrinho;
- ama comer bolo (e eu amo fazer bolo para você);
- assopra!;
- adora apertar botões;
- acenda a luz do quarto sozinho (o interruptor fica acima do seu berço);
- quando preciso ir ao banheiro, você corre atrás de mim e fica me esperando na porta, dando batidinhas para me apressar;
- escala a caixa de brinquedo, sobe no raque e tenta derrubar a tv, que fica grudada na parede;
- entende quando pedimos para você tirar a chupeta e guardar na gaveta (e faz feliz da vida);
- também entende e nos entrega os brinquedos quando pedimos;
- penteia o cabelo sozinho!! hahahah! Eu penteio seu cabelo depois do banho e você pega a escova da minha mão para dar seu toque final;
- empilha brinquedos para conseguir subir no sofá;
- está com mania de se jogar dos lugares, tipo da minha cama ou do sofá. Se não fico esperta, cataploft.
- segura sozinho o copinho ou a mamadeira para beber água ou suquinhos;
- já tem movimento de pinça. Pega coisinhas pequenas com (quase) destreza;
- mama no peito, ainda. De duas a quatro vezes por dia;
- no geral acorda uma vez só por noite, entre 4 e meia e 6 da manhã. Mama por uns 10 minutinhos e dorme de novo;
- faz escândalo, tenta pular do colo ou sair do carrinho quando está bravo. Especialmente em shopping, rua, restaurante etc etc. E me deixa morta de vergonha. Sim, terrible two aos 11 meses;
- dança! Não pode ouvir uma musiquinha, nem que seja o toque do celular, e já começa a remexer hahahah;
- fala 'au au', 'banana' e 'água', tudo em silêncio, só fazendo mímica com a boca;
- odeia escovar os dentes;
- adora ver a gente escovando os dentes;
- brinca de pega-pega, mas nas suas próprias regras: quando a gente fala 'Pedro, vou te pegar!', você grita e sai correndo... na nossa direção!;
- fica de boa no colo das avós, dos tios, dos conhecidos;
- pesamos e medimos na médica nova (a sua está em licença-maternidade), e está com 8,820 kg e 72,5 cm;
PS.: você tem um dente novo, um do fundo! Não me deixou ver direito ainda, mas isso justifica as noites que dormiu mal e as mãozinhas na boca.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Sobre mães e eufemismos
Nós, mães, tentamos ser sinceras e diretas com vocês, filhos, a maior parte do tempo. Mas para não assustá-los, um eufemismo às vezes cai bem. Por exemplo:
"- Hmm, que meleca, Pedro! Caiu um pouquinho de suco?"
(termo dito constantemente enquanto eu lavo a cozinha após seus lanchinhos)
"- Fez um cocozinho, filho?"
(frase usada quando é preciso trocar sua camiseta, a calça, o lençol, a coberta, o colchão e te enfiar no chuveiro)
"- Êêê, pulou!"
(usado no dia que você se agarrou ao banquinho que seu pai usa ao lado da cama para guardar livros e puxou com tanta força que caiu t-u-d-o em cima de você: livros, revistas, garrafinha de água, luminária, banco... O que eu gostaria de dizer: "- Ahhhhhhhhhhh, Pedro!!!!!! Caiuuuuu! Machucou?? Ahhhh meu deus, o banco caiu na sua cabeça!!! Tem um galo! Tá roxo! Hospital? Ligo para a minha mãe? Julianooooooooo!")
"- Hmm, que meleca, Pedro! Caiu um pouquinho de suco?"
(termo dito constantemente enquanto eu lavo a cozinha após seus lanchinhos)
"- Fez um cocozinho, filho?"
(frase usada quando é preciso trocar sua camiseta, a calça, o lençol, a coberta, o colchão e te enfiar no chuveiro)
"- Êêê, pulou!"
(usado no dia que você se agarrou ao banquinho que seu pai usa ao lado da cama para guardar livros e puxou com tanta força que caiu t-u-d-o em cima de você: livros, revistas, garrafinha de água, luminária, banco... O que eu gostaria de dizer: "- Ahhhhhhhhhhh, Pedro!!!!!! Caiuuuuu! Machucou?? Ahhhh meu deus, o banco caiu na sua cabeça!!! Tem um galo! Tá roxo! Hospital? Ligo para a minha mãe? Julianooooooooo!")
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Cronologia
Hoje você aprendeu a fechar a minha garrafa de água, ontem a subir degraus, antes de ontem a abrir a tampa da privada, antes antes de ontem a guardar a chupeta na gaveta de chupetas, antes antes antes de ontem a apertar botões, antes antes antes antes de ontem a brincar de carrinho no chão da sala, antes antes antes antes antes de ontem a fechar portas, antes antes antes antes antes antes de ontem a segurar sozinho e levar à boca sua bolachinha e o copo de suco.
Não há um dia de tédio nessa casa.
PS.: nos dias que seguiram esse post, você aprendeu a assoprar, a abrir as gavetas da sua cômoda e a bater com a mão aberta nas portas.
Não há um dia de tédio nessa casa.
PS.: nos dias que seguiram esse post, você aprendeu a assoprar, a abrir as gavetas da sua cômoda e a bater com a mão aberta nas portas.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Bebê pagão
Dia desses a avó do seu pai, que é super-mega-ultra católica, me perguntou quando vou batizar o menino (você, no caso). Engasguei e mudei de assunto. "Ele está grande, tem que ser logo", me falou. O problema é que não dá, não vai rolar batizado. Embora eu goste de comprar roupinhas temáticas para você e ame organizar uma festinha, seu pai e eu somos ateus. E ateus não batizam os filhos.
Sabe, filho, de todas as minorias excluídas, acho que os ateus são os mais excluídos. Excluídos pelas minorias excluídas. Nesse nível. Li uma vez uma pesquisa que dizia que o povo brasileiro aceitaria uma mulher na presidência (oi, Dilma), um negro (oi, Obama), quem sabe até um gay (oi, Feliciano? hahahah), mas nunca um ateu. Por quê?
Ateus são pessoas que não acreditam em deus. Mas isso não significa que são pessoas más. Não, não somos. Simplesmente achamos que não existe uma força maior que criou o universo. E que não há céu (céu há, Pedroca, mas não no sentido de 'paraíso para onde vão as pessoas que morrem'), inferno, missa, confissão, nada disso. O que há é a vida aqui e agora.
Eu já era, seu pai também e foi uma felicidade nos encontrarmos. Não sei como seria me casar com alguém religioso. Deixo claro que não tenho preconceito. Eu tento me livrar de todo tipo de preconceito. Minha família é católica, meu irmão mais novo é chefe do grupo de jovens da igreja e ministro (junto com aqueles velhinhos de roupinha branca). Isso com 20 anos de idade. O que eu acho disso? Bonito, ele gosta e se dedica à religião. Assim como acharia bonito se ele se dedicasse a outra coisa. O que me deixa feliz é a dedicação. E também o fato de ele, nem meu irmão do meio (que também é católico super praticante), terem problema nenhum com o fato de eu ter conseguido escapar da crisma e não ser religiosa. A gente vive bem e feliz assim. Temos uma relação de respeito muito legal.
E aí que eu chego num ponto importantíssimo: respeito. É a palavra que lidera meu jeito de te criar. Quero que você seja um homem que respeite. As diferenças, as religiões, as não religiões, as pessoas, a natureza, as cidades, a vida. Não vou te dar uma educação religiosa, mas isso não significa que não vou te educar para ser um homem educado, respeitoso, sensato.
Nunca vamos te incentivar a isso, mas, se quando grande você quiser fazer parte de alguma religião, vou respeitar. É assim que funciona. Liberdade e respeito.
Nunca esqueço que li isso em "Os Maias", do Eça de Queiroz: o avô decide criar o neto sem religião, isso na sociedade portuguesa do final do século 19, loucamente católica. E explica para as carolas que não se conformam com o fato que nada impedirá que ele ensine o menino a não matar, não roubar, não trair, porque isso é ser um homem bom, independente de religião (deixo claro que faz uns 10 anos que li o livro e escrevi como me lembrava). Lindo!
Então é isso, bebê pagão.
Sabe, filho, de todas as minorias excluídas, acho que os ateus são os mais excluídos. Excluídos pelas minorias excluídas. Nesse nível. Li uma vez uma pesquisa que dizia que o povo brasileiro aceitaria uma mulher na presidência (oi, Dilma), um negro (oi, Obama), quem sabe até um gay (oi, Feliciano? hahahah), mas nunca um ateu. Por quê?
Ateus são pessoas que não acreditam em deus. Mas isso não significa que são pessoas más. Não, não somos. Simplesmente achamos que não existe uma força maior que criou o universo. E que não há céu (céu há, Pedroca, mas não no sentido de 'paraíso para onde vão as pessoas que morrem'), inferno, missa, confissão, nada disso. O que há é a vida aqui e agora.
Eu já era, seu pai também e foi uma felicidade nos encontrarmos. Não sei como seria me casar com alguém religioso. Deixo claro que não tenho preconceito. Eu tento me livrar de todo tipo de preconceito. Minha família é católica, meu irmão mais novo é chefe do grupo de jovens da igreja e ministro (junto com aqueles velhinhos de roupinha branca). Isso com 20 anos de idade. O que eu acho disso? Bonito, ele gosta e se dedica à religião. Assim como acharia bonito se ele se dedicasse a outra coisa. O que me deixa feliz é a dedicação. E também o fato de ele, nem meu irmão do meio (que também é católico super praticante), terem problema nenhum com o fato de eu ter conseguido escapar da crisma e não ser religiosa. A gente vive bem e feliz assim. Temos uma relação de respeito muito legal.
E aí que eu chego num ponto importantíssimo: respeito. É a palavra que lidera meu jeito de te criar. Quero que você seja um homem que respeite. As diferenças, as religiões, as não religiões, as pessoas, a natureza, as cidades, a vida. Não vou te dar uma educação religiosa, mas isso não significa que não vou te educar para ser um homem educado, respeitoso, sensato.
Nunca vamos te incentivar a isso, mas, se quando grande você quiser fazer parte de alguma religião, vou respeitar. É assim que funciona. Liberdade e respeito.
Nunca esqueço que li isso em "Os Maias", do Eça de Queiroz: o avô decide criar o neto sem religião, isso na sociedade portuguesa do final do século 19, loucamente católica. E explica para as carolas que não se conformam com o fato que nada impedirá que ele ensine o menino a não matar, não roubar, não trair, porque isso é ser um homem bom, independente de religião (deixo claro que faz uns 10 anos que li o livro e escrevi como me lembrava). Lindo!
Então é isso, bebê pagão.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Dez
Dez meses. E a fofura só aumenta, Pedro. Apesar de maluquinho, agitado e mega curioso, você também é um menino bonzinho, que quer um colinho da mamãe quando tem sono, que brinca com seus brinquedinhos sozinho, que quase nem usa mais a chupeta... Bom, vamos saber mais sobre o que tem se passado com você no último mês?
- engatinha! Usa os quatro apoios e sai engatinhando pela casa. Eventualmente se cansa e volta a rastejar;
- desce sozinho da cama e do sofá. Ensinei mil vezes, com paciência, e tchãrãm: você aprendeu. Claro que às vezes calcula errado a altura do lugar que está e toma uns capotes;
- come arroz, feijão e macarrão;
- ACHO que já falou 'papá', mas pode ser que não. Não sei;
- demonstra grande - grandíssimo - interesse por comidas que as pessoas estão comendo. De tanto olhar (e fazer um barulho engraçado de pomba) acaba ganhando pedacinhos;
- ama água de coco. Quando vê a garrafinha de tampa laranja que compramos na feira, fica loucão!
- dá trabalho para trocar a fralda. Não gosta, quer sair do lugar, se mexer, se virar, sempre um transtorno;
- não cabe na maior parte dos bodies que estão na gaveta. Eu insisto em alguns, mas claramente já está na hora de novas roupas;
- está abolindo a soneca da manhã. Faz sentido, já que acorda todo dia por volta das 9 horas. Mas daí fica com sono na hora do almoço (dorme no segundo que termina de almoçar) e depois tem sono de novo umas 6 da tarde;
- não segura copinho ou mamadeira sozinho. Falta a manha de virar eles para cima, para sair o líquido. Daí abre a boquinha e espera a gente te dar;
- também não quer saber de comer sozinho. Está feliz com o método mamãe-traz-a-colher-até-minha-boquinha;
- deu problemas para dormir uns dois dias no mês. Com choros gritados, altíssimos e inexplicáveis;
- adora ver crianças mais velhas brincando;
- adora paquerar moçoilas na rua. Ou no elevador. No supermercado. Em qualquer lugar;
- brinca fofinho com seus brinquedinhos na sala;
- mas ainda gosta de explorar a casa e achar o modem, o violão do papai, o lixo do banheiro...
- dá tchauzinho com as mãos (ainda morro de amor);
- manda beijos também (morri de novo);
- faz 'não' com a cabeça faz um tempo. Já escrevi isso aqui?
- às vezes fica loucão hahahah dá tchau e faz não freneticamente, ao mesmo tempo;
- joga coisas no chão o tempo inteiro. Quando está no cadeirão na cozinha então, é uma festa. Joga o brinquedo, os talheres, meu celular, os guardanapos... e a gente pega, você joga de novo. Assim vai, por horas (tá bom, minutos). E faz a maior cara de cínico quando joga, como se estivesse esnobando;
- nasceram os dois dentes da frente! Adeus, vampirinho! O processo foi meio sofrido, a gengiva ficou sensível e você ficou bem irritado. Mas agora os dentes estão lá, bem grandes já. Oito no total, quatro em cima e quatro em baixo;
- está super sociável, vai no colo das pessoas, dá risadinhas, gracinha mesmo;
- mas tem hora que só a mamãe ou o papai resolvem. Sim, o papai!
- pesamos no médico e você tem 8,5 kg. Explicada a dor nos meus braços;
- sai correndo e gritando pela casa quando brinco que vou te pegar;
- se apaixonou pelo ventilador. Por isso, é impossível deixá-lo ligado na sala quando você está acordado, mesmo no calor do inferno que está fazendo;
- toda vez que canto Yellow Submarine fica procurando o submarino que mora em cima do seu berço;
Parabéns, bebezinho, e se prepare que os doze estão chegando!
- engatinha! Usa os quatro apoios e sai engatinhando pela casa. Eventualmente se cansa e volta a rastejar;
- desce sozinho da cama e do sofá. Ensinei mil vezes, com paciência, e tchãrãm: você aprendeu. Claro que às vezes calcula errado a altura do lugar que está e toma uns capotes;
- come arroz, feijão e macarrão;
- ACHO que já falou 'papá', mas pode ser que não. Não sei;
- demonstra grande - grandíssimo - interesse por comidas que as pessoas estão comendo. De tanto olhar (e fazer um barulho engraçado de pomba) acaba ganhando pedacinhos;
- ama água de coco. Quando vê a garrafinha de tampa laranja que compramos na feira, fica loucão!
- dá trabalho para trocar a fralda. Não gosta, quer sair do lugar, se mexer, se virar, sempre um transtorno;
- não cabe na maior parte dos bodies que estão na gaveta. Eu insisto em alguns, mas claramente já está na hora de novas roupas;
- está abolindo a soneca da manhã. Faz sentido, já que acorda todo dia por volta das 9 horas. Mas daí fica com sono na hora do almoço (dorme no segundo que termina de almoçar) e depois tem sono de novo umas 6 da tarde;
- não segura copinho ou mamadeira sozinho. Falta a manha de virar eles para cima, para sair o líquido. Daí abre a boquinha e espera a gente te dar;
- também não quer saber de comer sozinho. Está feliz com o método mamãe-traz-a-colher-até-minha-boquinha;
- deu problemas para dormir uns dois dias no mês. Com choros gritados, altíssimos e inexplicáveis;
- adora ver crianças mais velhas brincando;
- adora paquerar moçoilas na rua. Ou no elevador. No supermercado. Em qualquer lugar;
- brinca fofinho com seus brinquedinhos na sala;
- mas ainda gosta de explorar a casa e achar o modem, o violão do papai, o lixo do banheiro...
- dá tchauzinho com as mãos (ainda morro de amor);
- manda beijos também (morri de novo);
- faz 'não' com a cabeça faz um tempo. Já escrevi isso aqui?
- às vezes fica loucão hahahah dá tchau e faz não freneticamente, ao mesmo tempo;
- joga coisas no chão o tempo inteiro. Quando está no cadeirão na cozinha então, é uma festa. Joga o brinquedo, os talheres, meu celular, os guardanapos... e a gente pega, você joga de novo. Assim vai, por horas (tá bom, minutos). E faz a maior cara de cínico quando joga, como se estivesse esnobando;
- nasceram os dois dentes da frente! Adeus, vampirinho! O processo foi meio sofrido, a gengiva ficou sensível e você ficou bem irritado. Mas agora os dentes estão lá, bem grandes já. Oito no total, quatro em cima e quatro em baixo;
- está super sociável, vai no colo das pessoas, dá risadinhas, gracinha mesmo;
- mas tem hora que só a mamãe ou o papai resolvem. Sim, o papai!
- pesamos no médico e você tem 8,5 kg. Explicada a dor nos meus braços;
- sai correndo e gritando pela casa quando brinco que vou te pegar;
- se apaixonou pelo ventilador. Por isso, é impossível deixá-lo ligado na sala quando você está acordado, mesmo no calor do inferno que está fazendo;
- toda vez que canto Yellow Submarine fica procurando o submarino que mora em cima do seu berço;
Parabéns, bebezinho, e se prepare que os doze estão chegando!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
The Beach Boy
Férias na praia! Bebês e mães não têm exatamente férias, mas aproveitamos as férias das outras pessoas da família (vovô, vovó, papai, seus tios, a avó e os primos da mamãe) e fomos passar uma semana em uma casa em Ubatuba. Delícia, Pedroca, você amou!
Estava muito bom mesmo. Tivemos sorte e os sete dias lá foram de sol calor sol calor sol calor. Sem chuva, o que nunca acontece em Ubachuva (uma vez seu pai e eu passamos o Carnaval lá e choveu t-o-d-o-s o-s d-i-a-s). E como nossa casa ficava em um condomínio, há cinco quarteirões da praia, deu para aproveitar bem o tempo na areia. E como você gostou da areia. Parecia uma coxinha empanadinha hahahahha!
Brincou, comeu areia e rastejou até a água, como uma tartaruguinha que nasce e vai instintivamente em direção ao mar. Nós deixamos, ficávamos só observando. Que lindo foi te ver descobrindo o mundo, encontrando as conchinhas pelo caminho, achando o melhor jeito de chegar na água. Todo mundo que passava parava para te ver (a maioria achava lindo, mas teve quem me olhou com cara de reprovação).
Amou a água também. Como não tinha onda, dava para te levar até um ponto mais fundo, com a água na nossa cintura. E você batia as mãozinhas no mar com força, e depois ficava lambendo a aguinha salgada que caía no rosto.
2013 foi o melhor ano da minha vida, mas 2014 começou muito bem ;)
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Fim
Retrospectiva 2013: Pedro nasceu. Fim.
(postei isso no Facebook e muita gente entendeu mal. É simples: nenhum acontecimento compete com esse)
Que 2014 traga mais amor ainda para a minha família!
(postei isso no Facebook e muita gente entendeu mal. É simples: nenhum acontecimento compete com esse)
Que 2014 traga mais amor ainda para a minha família!
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